quarta-feira, 29 de maio de 2013

Economia brasileira cresce 0,6% no primeiro trimestre do ano

Crescimento foi puxado pelo setor agropecuário, que cresceu 9,7%, segundo o IBGE; desempenho ficou abaixo da expectativa do mercado


Depois do "pibinho" de 2012, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste ano foi de 0,6% na comparação com o último trimestre de 2012. O dado foi divulgado nesta quarta-feira, 29, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado ficou abaixo da mediana das projeções do mercado (AE Projeções), de 0,90%, e dentro das estimativas dos analistas, que iam de alta de 0,55% a 1,20%.

O desempenho foi puxado pelo setor de agropecuária, que avançou 9,7% na comparação com o último trimestre de 2012. No mesmo período, o setor de serviços cresceu 0,5% e a indústria caiu 0,3%.

Em valores correntes, o PIB do primeiro trimestre deste ano somou R$ 1,110 trilhão.

No acumulado dos quatro últimos trimestres, o PIB registrou crescimento de 1,2%, segundo o IBGE.

Comparação anual

O PIB brasileiro cresceu 1,9% no primeiro trimestre deste ano ante igual período de 2012, segundo o IBGE.

A agropecuária cresceu 17% no primeiro trimestre na comparação com o mesmo período de 2012. Já o PIB da indústria caiu 1,4% no primeiro trimestre deste ano na comparação anual. O setor de serviços teve crescimento de 1,9% na mesma base de comparação.

Investimentos

O investimento, dado pela Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), subiu 4,6% no primeiro trimestre contra o quarto trimestre de 2012. Foi o maior número desde o primeiro trimestre de 2010, quando foi 4,7%.

Na comparação anual, a FBCF cresceu 3% - foi o maior crescimento desde o segundo trimestre de 2010, quando foi de 6,2%, na mesma base de comparação.

Segundo o IBGE, a taxa de investimento (FBCF/PIB) no primeiro trimestre de 2013 foi de 18,4%.

Exportações e importações

As Contas Nacionais Trimestrais revelaram que as exportações caíram 6,4% na comparação com os últimos três meses de 2012. Já ante igual período do ano passado, a queda foi de 5,7%.

Já as importações subiram 6,3% na comparação trimestral e 7,4% na anual.

Consumo

No primeiro trimestre ante o quarto trimestre de 2012, houve alta de 0,1% no consumo das famílias. A alta foi de 2,1% no primeiro trimestre deste ano ante igual período de 2012.

O consumo do governo, por sua vez, ficou estável no primeiro trimestre ante o quarto trimestre de 2012 e teve alta de 1,6% no primeiro trimestre ante igual período de 2012.

Revisão

O IBGE revisou a variação do PIB do terceiro trimestre de 2012 ante o segundo trimestre do mesmo ano, de 0,4% para 0,3%.

Mantega cauteloso

Após a divulgação do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado a prévia do PIB, no dia 16 de maio, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi cauteloso e evitou fazer previsões. Na ocasião, Mantega comentou que era melhor "esperar o dado concreto. Então, não vamos nos antecipar. Vamos esperar o final do mês para ver o dado concreto". O IBC-Br subiu 1,05% no primeiro trimestre de 2013 em relação aos três últimos meses de 2012, no dado com ajuste sazonal.

A postura mais cautelosa do ministro da Fazenda neste ano difere do ano passado. Em junho de 2012, depois que o banco Credit Suisse cortou a projeção de crescimento do PIB brasileiro de 2012 para 1,5%, Mantega chegou a comentar: "É uma piada. Vai ser muito mais que isso". O resultado final veio abaixo - o chamado "pibinho" - e o Brasil cresceu 0,9% em 2012, o pior desempenho desde o pico da crise, em 2009, quando encolheu 0,3%.

Expectativa para o ano

A expectativa é que a economia brasileira volte a crescer com mais força neste ano, impulsionada por uma safra recorde de grãos e pela retomada da indústria e dos investimentos. A maioria dos economistas projeta avanço de 3% do PIB, embora existam apostas de até 4%.

Nesta semana, fontes da equipe econômica de Dilma Rousseff disseram que circula internamente no governo a meta de que o País precisa crescer pelo menos 2,7% neste ano. O número representa o melhor desempenho do crescimento do Brasil no governo Dilma, em 2011.

Na pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira, o mercado financeiro revisou o número para baixo mais uma vez, de 2,98% para 2,93% .

Já na semana passada, a Organização das Nações Unidas (ONU) rebaixou a projeção de crescimento para o Brasil em 2013 para 3%. Em janeiro, quando a ONU divulgou as estimativas iniciais para o ano, esse número era 4%. O Brasil foi o país com a maior revisão para baixo nas projeções, de acordo com o relatório "Situação Econômica Mundial e Perspectivas".

terça-feira, 28 de maio de 2013

Safra 12/13 do Brasil crescerá 13% ante 11/12

A estimativa está 5,5 por cento acima da publicada em dezembro, quando a Safras tinha uma previsão de 177,096 milhões de toneladas.



A produção brasileira de cereais e oleaginosas deverá totalizar 186,795 milhões de toneladas na temporada 2012/13, com aumento de 13 por cento sobre o total colhido em 2011/12 e destaque para o crescimento da soja e do trigo, disse a consultoria Safras & Mercado nesta segunda-feira.

A estimativa está 5,5 por cento acima da publicada em dezembro, quando a Safras tinha uma previsão de 177,096 milhões de toneladas.

A Safras projeta um crescimento de 8 por cento na produção de cereais ante a temporada passada, somando 101,844 milhões de toneladas. A colheita de trigo deverá crescer 22 por cento, a de arroz 2 por cento e a de milho 8 por cento na comparação anual.

Ante a estimativa de dezembro, a Safras elevou em quase 10 milhões de toneladas as sua estimativa para a colheita de milho no país, atingindo agora um recorde de 78,4 milhões.

Para as oleaginosas, majoritariamente soja, há a previsão de um aumento de 19 por cento, com a produção passando de 71,318 milhões para 84,951 milhões de toneladas.

O destaque é a alta de 22 por cento na soja, que totalizaria 82,336 milhões de toneladas em 2012/13.

"Os preços obtidos no ano passado explicam os aumentos da área no trigo e na soja. No arroz e feijão, foram os problemas de comercialização que acabaram anulando o impacto de preços melhores. E valores estáveis ou menores limitaram as áreas de milho e algodão", explica o analista da Safras, Flávio França Júnior.

A produtividade das lavouras está registrando um "incremento expressivo", disse França Júnior, em nota.

O motivo é o comportamento climático mais regular, com um incremento na utilização de insumos.

Em 2012, quando a maior parte das lavouras da atual safra foi plantada, houve um avanço de 4 por cento nas entregas de fertilizantes no país, de 18 por cento na produção de calcário e de 14 por cento nas vendas de defensivos.

A safra de verão está encerrada. A temporada será finalizada depois da metade do ano, com a colheita do trigo e das lavouras de milho de segunda safra.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Pecuarista inova com animais Montana para produção de ciclo curto frente ao avanço do eucalipto em Três Lagoas (MS)

Com o avanço das plantações de eucalipto em Três Lagoas (MS), os pecuaristas da região se veem cada vez mais obrigados a procurar raças que ofereçam resultados em curto prazo.


Para atender a essa demanda crescente por animais precoces, a Fazenda Floresta, aposta na produção de touros Montana.

Situada ao leste do Mato Grosso do Sul, a cidade é um dos principais polos industriais do Estado. Por conta disso, duas gigantes da celulose estão instaladas na cidade, fato que desestabilizou a produção pecuária.

Muitos pecuaristas ali instalados arrendaram suas terras para o plantio de eucalipto e, aqueles que conseguiram se manter na pecuária, como a Fazenda Floresta, precisam trabalhar com uma produção de ciclo curto para obter resultados em menos tempo e abastecer a demanda por touros precoces.

Gabriela Giacomini, gerente de operações do Programa Montana, afirma que “o touro Montana é a opção certa para uma pecuária de curto prazo, pois os animais oferecem precocidade sexual e alto ganho de peso, além de alto índice de fertilidade, pontos indispensáveis para quem investe na pecuária profissional”.

Em 2011, a Fazenda Floresta adquiriu 600 matrizes Montana prenhas e investiu em touros, incluindo os TOP do teste de progênie do Programa Montana, MTN Druida e MTN Epitácio. A seleção dos tourinhos já começou e, em agosto, a fazenda já disponibilizará aos produtores locais touros da safra 2011.

Para ilustrar a eficiência dos animais da raça Montana, o zootecnista José Pavan Neto, coordenador de pecuária da Fazenda Floresta, compara os resultados obtidos com uma boiada de engorda em confinamento com os de seus garrotes da raça, que pesam o mesmo, mas com um ano de vantagem para os Montana.

“Estamos impressionados com a precocidade sexual e com o enorme potencial de ganho de peso do Montana. Era exatamente o que precisávamos: animais com essas características econômicas”, reforça o zootecnista.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

24/05/2013 - Dia do Café

Boa tarde!

A Loja Agropecuária parebeniza todos os cafeicultores por se empenhar em trazer o melhor produto à nossa mesa.



quinta-feira, 23 de maio de 2013

Bem estar animal é pré-requisito na pecuária!

Há alguns dias comentei que a nossa pecuária cresceu muito nas últimas três décadas e isso nos mostra que estamos evoluindo nesta atividade, mas ainda temos muito a aprender e praticar.


No entanto, recentemente identificamos, via mídia, uma verdadeira calamidade em alguns abatedouros do país. Problemas graves de sanidade, sem fiscalização, maus tratos aos animais, pessoas sem treinamento algum, um caos! Quem paga o preço desta imagem? Onde está a fiscalização? Uns dizem que a fiscalização federal é eficiente, outros dizem que não! Nosso problema está no estado ou até mesmo no município. Vejam amigos: nestas horas a isenção é a melhor opção.

Tenho presenciado produtores buscando inovações, melhorando a capacidade de gerenciamento de suas fazendas através de treinamentos, buscando intensamente o bem estar dos animais com investimentos pesados em currais, por exemplo, pois estamos lidando com seres vivos que tem a missão de alimentar milhares de pessoas. Será que não está na hora de termos uma fiscalização exemplar a estes seres que prejudicam a imagem da pecuária brasileira? E, definitivamente, dizer que não há lugar para amadores aqui?!

A custa disso: vândalos maltratam e colocam a nossa imagem ao alento! Isso tudo por vontade própria ou por que acreditam que no Brasil a impunidade é prevalente? Eles não sabem o esforço que os produtores brasileiros fazem para ter a rentabilidade esperada dentro da porteira. Repito: quem paga o preço por isso? Nós, produtores, estamos buscando aumentar nossa pífia média de natalidade (nascimentos/ano) que gira em torno de 60%, ou seja, para cada 100 matrizes, nascem 60 bezerros, isto é, 40 matrizes estão comendo e bebendo sem nenhum retorno ao pecuarista.

Amigos, todos nós sofremos quando acontecem notícias que afetam o setor. Será que não está na hora de tratarmos a nossa pecuária como um grande negócio, mas por todos?

Os caminhos são espinhosos e o sentimento dos produtores é que não teremos mudanças, o discurso é reativo e não pró-ativo. Mas, a esperança é a última que morre – velho ditado ainda muito usado.  Vamos acreditar que algo será feito, pois tudo isso quem paga é o produtor que vê seu ganho escorrer entre os dedos como água. Algo precisa ser feito urgente: por nós: produtores e pelos animais, isto é um pré-requisito!

quarta-feira, 22 de maio de 2013

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Ministério da Agricultura deve divulgar nesta quarta laudo da análise de leite apreendido em Guaratinguetá (SP)

Além dos exames tradicionais, Mapa faz testes para formol e ureia


O Ministério da Agricultura deve divulgar nas próximas semanas os resultados de análises em mais de 100 amostras de mais de 60 indústrias de leite de todo o país. A informação sobre a amostra do material apreendido em Guarantiguetá, no interior de São Paulo, onde há cerca de 15 dias foi detectado formol em leite cru, no entanto, ficou para quarta, dia 22.

 


>> Justiça aceita denúncia contra 13 pessoas por leite adulterado

Segundo o chefe da divisão de inspeção de leite e derivados do Ministério da Agricultura, Clóvis Serafini, a análise mais recente foi feita em um lote transportado de Tapejara, no Rio Grande do Sul, para Guarantinguetá.

– Por alguns motivos de fiscalização, a gente teve a desconfiança deste lote de produtos. A gente intensificou as coletas com foco na avaliação de forma qualitativo desse leite fraudado e também da mensuração dos valores de ureia e que estariam no leite entregue nos laticínios do Brasil.

Além dos 10 exames tradicionais, estão sendo realizados testes para formol e ureia, que não são obrigatórios. A operação Leite Compen$ado do Ministério Público e Ministério da Agricultura, foi deflagrada no dia 8 de maio e apreendeu 318 mil litros de leite cru no Rio Grande do Sul. Em 28 mil litros, foi detectada a presença de formol.

O produto foi transformado em seis toneladas de leite em pó, que foram queimadas pelo governo na segunda, dia 20. A fraude descoberta tinha como objetivo aumentar o lucro dos transportadores. A adição de ureia e formol acontecia entre os produtores e a indústria. Para Clóvis Serafini, a descoberta da adulteração não demonstra falha na fiscalização.

– O sistema de inspeção como um todo não vai mudar. Ele se mostra eficiente e foi capaz de detectar esses desvios. A gente vai discutir alguns pontos relacionados ao transporte. Essa relação indústria-transporte. Uma alternativa, mas com outro foco, o de dificultar as fraudes das últimas semanas.

Nesta quarta, 22, uma reunião entre autoridades e representantes da cadeia produtiva do leite vai discutir justamente essa relação das indústrias do setor com as transportadoras. Nessa reunião, deve ser apresentada uma proposta de mudança na cobrança do frete.

O ministro Antônio Andrade já havia sugerido substituir o pagamento do quilômetro rodado por quantidade de leite transportada. Também nesta quarta, 22, o sistema Organização das Cooperativas Brasileiras deve apresentar uma sugestão: usar uma ferramenta de gestão que controla a entrega do leite, através de um sistema de rastreabilidade.

Entenda o caso

O Ministério Público
do Rio Grande do Sul, com apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Receita Estadual e da Brigada Militar, deflagrou, no dia 8 de maio, a Operação Leite Compen$ado, que apura, desde 2012, a adulteração de leite no Estado. A investigação apontou que cinco empresas de transporte de leite adicionavam água e ureia, que tem formol em sua composição, para dar mais volume às mercadorias. Com o aumento do volume do leite transportado, os atravessadores lucravam 10% a mais que os 7% já pagos sobre o preço do leite cru. O MP suspeita que o esquema possa ter adulterado até 100 milhões de litros nos últimos 12 meses. As marcas que tiveram lotes de leite suspensos do mercado são Italac, Bom Gosto/Líder, Mu-Mu, Latvida, Hollmann, Goolac e Só Milk.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Código Florestal não afetará agricultura

Um ano após entrar em vigor, o Código Florestal ainda não provocou alterações no uso do solo brasileiro


Além dos questionamentos judiciais que perduram, está atrasada a implantação das ferramentas que vão determinar as áreas a serem preservadas e recuperadas em cada estado e bioma. Por outro lado, já é possível estimar quais serão os impactos da lei. Um estudo desenvolvido com o apoio da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República indica que a interferência do reflorestamento sobre a produção de alimentos será mínima: dos 21 milhões de hectares (Mha) que precisam ser recuperados, 99% podem ser negociados por meio de títulos ou ocupar áreas inaptas para a agricultura. Apenas 1% (250 mil hectares) ocupariam terrenos agriculturáveis.

Expansão da fronteira agrícola - O autor do estudo, o pesquisador Britaldo Silveira Soares-Filho, do Centro de Sensoriamento Remoto da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), sustenta que a fronteira agrícola brasileira pode se expandir nas áreas de pastagens, atividade hoje feita em uma vasta extensão territorial e com baixa produtividade. Atualmente, a pecuária ocupa aproximadamente 23% do território brasileiro e a agricultura, apenas 7%.

Vegetação nativa - A vegetação nativa se estende por uma área muito maior, mas Britaldo-Soares ressalta que a maior parte dela está em áreas privadas e não é protegida, além de estar concentrada na Amazônia. A Mata Atlântica, bioma reduzido a apenas 3% de sua área original, precisa ser recomposta em 6 milhões de hectares, dos quais aproximadamente 1,5 Mha são no Paraná.

Recomposição - Segundo Soares-Filho, se por um lado as mudanças no Código Florestal feitas no Congresso Nacional reduziram em 60% a área a ser reflorestada, por outro lado foram aprimorados os mecanismos que permitirão essa recomposição. O principal é a Cota de Reserva Ambiental (CRA), um título que indica o excedente de área de vegetação nativa e que pode ser negociado com outra propriedade no mesmo bioma que está com déficit de vegetação.

Negociação - Considerando as possibilidades de negociação via CRA apenas 250 mil hectares de áreas aptas à agricultura seriam usados para recomposição florestal. Segundo o pesquisador, essa “invasão” ocorreria quase que exclusivamente no bioma amazônico, no estado do Mato Grosso. No Paraná, o estudo indica que 400 mil hectares poderiam ser negociados via CRA, e o restante da recomposição poderia ocupar as áreas de pasto, sem necessidade de usar terrenos agriculturáveis.

Panorama completo virá após cadastro - Independentemente das estimativas que começam a surgir sobre os impactos do Código Florestal, especialistas dizem que é crucial a implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Em evento na Assembleia Legislativa na semana passada, diferentes entidades indicaram que o cadastramento, que ainda nem começou, levará mais de um ano para ser feito – considerando uma força de trabalho de 1,5 mil pessoas, o que ainda não existe.

PRA - Depois de feito o CAR, as propriedades poderão negociar a Cota de Reserva Ambiental (CRA), respeitando o Plano de Recuperação Ambiental (PRA), de responsabilidade de cada estado. Nesse ponto haverá necessidade de mais mão de obra, aponta Mário Mantovani, diretor de políticas públicas da organização S.O.S Mata Atlântica. “Para fazer o PRA, será preciso assistência técnica. Esse será um grande gargalo.”

Pastagem - Apesar do consenso em torno da redução das áreas de pastagens no Brasil, ainda há muitos desafios a serem vencidos para que isso se torne realidade. “Atualmente temos aproximadamente 200 milhões de cabeças de boi em 200 milhões de hectares. Essa é uma média insana sob qualquer ponto de vista, especialmente econômico. Mundialmente, a média de ocupação é de três, às vezes até quatro cabeças por hectare”, diz Mário Mantovani, da S.O.S Mata Atlântica. Laura Barcellos Antoniazzi, do Icone, concorda com a redução de área de pastagem. “Mas isso será um trabalho extremamente difícil, pela baixa capacidade de financiamento dos pecuaristas, entre vários outros problemas”, diz.

Metas - O setor produtivo trabalha com perdas de áreas em um futuro próximo, mas com metas pouco ambiciosas. No estudo Outlook Brasil 2022 – Projeções para o Agronegócio, a previsão é de redução de apenas 3% na área de pastagens, com produtividade de 1,28 boi por hectare.

Observatório – Nesta terça (21/05), organizações socioambientais lançam o Observatório do Código Florestal, que tem o objetivo de monitorar a regulamentação e a implementação do Código Florestal. O evento ocorre às 14 horas na Câmara dos Deputados, com o apoio da Comissão Mista de Mudanças Climáticas e da Frente Parlamentar Ambientalista.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Mato Grosso do Sul desenvolve sistema inédito para abate de ovinos

Denominado Propriedade de Descanso de Ovinos para Abate (PDOA), o sistema visa organizar a ovinocultura do Estado, possibilitando reunir os animais a serem abatidos, facilitando o escoamento para as indústrias frigoríficas

 

 

Para suprir a necessidade do mercado de ovinos e agilizar a logística do comércio, Mato Grosso do Sul desenvolveu um sistema inédito para o setor e atrativo aos produtores e frigoríficos. O sistema, denominado Propriedade de Descanso de Ovinos para Abate (PDOA), visa organizar a ovinocultura do Estado, possibilitando reunir os animais a serem abatidos, facilitando o escoamento para as indústrias frigoríficas.

O objetivo é oferecer estímulos e segurança ao ovinocultor, proporcionando maior organização do setor e da escala para a indústria frigorífica.

– Levamos em consideração que a produção estadual é fracionada, e verificamos a vantagem de reunir os animais em uma propriedade de descanso, onde o frigorífico irá embarcar os animais e encaminhá-los para abate, o que facilita a logística e torna os preços mais atrativos para o produtor – avalia o médico veterinário do Sistema Famasul, Horácio Tinoco.

Os 100 cordeiros encaminhados ao frigorífico na fase piloto da PDOA são de produtores dos municípios de Campo Grande, Sidrolândia, Jaraguari e Terenos. De acordo com Tinoco, a intenção é ampliar o número de propriedades de descanso, por meio dos sindicatos rurais e por demanda por parte dos frigoríficos e dos produtores.

Toda PDOA deverá ter um médico veterinário responsável pelos animais desde a chegada até o embarque ao frigorífico, podendo os ovinos permanecerem na propriedade de descanso no máximo três dias.

Além de realizar inspeções, o veterinário deve assegurar que os animais sejam destinados exclusivamente ao abate em frigoríficos com Serviço de Inspeção Sanitária Federal, Estadual ou Municipal. Ele também responde pelo agendamento do dia de embarque, pelos formulários que monitoram a relação de animais e a higienização do local, e ainda deve informar imediatamente, ao Serviço Veterinário Oficial, sobre qualquer suspeita de enfermidade.

A iniciativa da propriedade de descanso é do Sistema Famasul, junto a Superintendência Federal da Agricultura (SFA/MS), Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz/MS), Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo (Seprotur), Câmara Setorial da Ovinocultura e a Associação Sul-mato-grossense de Criadores de Ovinos.


terça-feira, 14 de maio de 2013

Manchas misteriosas em lavouras de soja no RS causam prejuízos de mais de R$ 1 milhão

Soja colhida em Pantano Grande será levada para análise em laboratório


Em Pantano Grande, cinco produtores tiveram parte da lavoura afetada por manchas misteriosas em lavouras de soja. Em 350 hectares dos 1800 de área total da fazenda de Lauro Springer, as plantas abortaram a vagem e não puderam ser colhidas. Segundo o produtor, a perda de renda gira em torno de R$ 1 milhão.

O engenheiro agrônomo Adair Sorggin é responsável por 10 propriedades na região. Em quatro delas foi identificada a mesma deformação. Segundo ele, o prejuízo foi grande e a produtividade foi reduzida em mais de 50%, sendo que em alguns casos chegou a 100%.

– Áreas próximas estavam colhendo 50 sacas por hectare, mas nas áreas com problema, a colheita fica em cinco, oito ou às vezes nenhuma saca. A perda é total – diz o agrônomo.

A defesa vegetal do Rio Grande do Sul levou uma fitopatologista da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro/RS) e um engenheiro agrônomo para uma avaliação mais precisa do problema. O grupo está colhendo informações sobre os detalhes do plantio, manejo e produtos usados.

A soja colhida em Pantano Grande será levada para análise em laboratório. A intenção dos pesquisadores é cruzar as informações com outros Estados que também estão com o mesmo problema nas lavouras, como Mato Grosso, Paraná e Goiás.


segunda-feira, 13 de maio de 2013

Parabéns a todos Zootecnistas!


Pequenos produtores de leite de Minas Gerais terão acesso a melhoramento genético

Primeira etapa do projeto deve atender 60 produtores com a distribuição de quatro prenhezes sexadas de fêmea meio-sangue girolando para cada participante

 

O governo de Minas Gerais  vai democratizar o acesso à tecnologia de fecundação in vitro aos pequenos produtores rurais de leite do Estado. O objetivo do projeto, denominado Campo Novo, é inverter uma lógica em que apenas os grandes produtores rurais têm acesso aos benefícios produzidos pela biotecnologia e genética animal.

– Estamos criando condições de permitir ao pequeno produtor de leite a mesma tecnologia dos grandes conglomerados rurais. O projeto vai proporcionar, em curto prazo de tempo, o aumento de renda e a melhoria da qualidade de vida de cada família – avalia Narcio Rodrigues.

O projeto da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia e Ensino Superior, desenvolvido pelo APL de Biotecnologia, terá um impacto significativo no melhoramento genético dos rebanhos desses pequenos produtores. No método produzido pelo Campo Novo, o melhoramento genético se dará mais rapidamente, já que o produto gerado independe da qualidade do plantel existente e, nos embriões, serão utilizadas matrizes e touros com alto valor genético. O resultado será a obtenção de um número maior de matrizes de qualidade para o plantel.

O impacto financeiro e econômico para os pequenos produtores rurais também deve ser significativo, pois com mães e pais de reconhecida qualidade genética, os produtos possuirão valores mais expressivos. Além disso, os benefícios para esses produtores resultarão em aumento da produtividade leiteira, baixo investimento e acesso à tecnologia avançada.

A primeira etapa do projeto tem duração de 24 meses e a meta é atender a 60 produtores. Serão disponibilizados, em média, quatro prenhezes sexadas de fêmea meio-sangue girolando para cada produtor participante. Posteriormente, o número de produtores será ampliado.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Zootecnista cada dia mais atuante para a garantia da segurança alimentar dos animais e da população

Além de ser um dos responsáveis pelos rebanhos da porteira para dentro das fazendas, o Zootecnista contribui cada vez mais para garantir a segurança alimentar e o bem-estar da população


Este profissional é fundamental para o avanço de um dos principais setores da economia brasileira - o agronegócio. São eles os responsáveis pela avaliação, aprimoramento e melhorias genéticas de animais de produção, assim como do manejo das criações que se transformam em alimentos para o mercado interno e externo do País.

Também são deles a incumbência de selecionar os animais que formam o rebanho matriz para reprodução, de determinar o sistema e as técnicas a serem usados em cruzamentos, de pesquisar as necessidades nutricionais do rebanho e estabelecer a dieta adequada aos animais. "O Zootecnista busca controlar a produtividade e trabalha diretamente na questão da segurança alimentar com enfoque nos aspectos nutricionais, em animais confinados em centros de apreciação e também em pets", detalha o presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), Benedito Fortes de Arruda.

Área tem ganhado espaço importante no país

Segundo a presidente da Comissão Nacional de Ensino da Zootecnia (CNEZ) do CFMV, Ana Cláudia Ambiel, o mercado de trabalho para o Zootecnista está cada dia mais atrativo e abrangente. Ela observa que além de trabalhar a adequação do sistema criatório - bovinos de corte e de leite, aves, suínos, ovinos, caprinos, bubalinos, equinos, organismos aquáticos, animais silvestres, entre outros, os Zootecnistas também são responsáveis pela implantação e manejo de pastagens. "É uma profissão de grande importância social e econômica, porque nosso trabalho proporciona o desenvolvimento de todo o setor do agronegócio", avalia Ambiel.

O Zootecnista também atua na indústria alimentícia, em universidades, institutos de pesquisa e órgãos públicos. "Também trabalhamos a questão do bem-estar dos animais selvagens em zoológicos e centros de triagem e atuamos de forma sustentável para a conservação dos recursos naturais", acrescenta a Zootecnista. A grade curricular é ampla, já que estão incluídas na formação do Zootecnista disciplinas como nutrição e alimentação animal, pastagens, melhoramento genético animal e de plantas, bioclimatologia, comportamento animal, ciências do solo e biotecnologia, por exemplo.

Área Jovem e promissora

A Zootecnia é uma profissão jovem. A primeira Faculdade de Zootecnia no Brasil foi fundada em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, em 13 de maio de 1966, quando é comemorado o Dia do Zootecnista. A profissão foi regulamentada em 1968. Atualmente, existem no País 112 cursos de Zootecnia formando cerca de 3,5 mil profissionais por ano.  O Conselho Federal de Medicina Veterinária tem registrado cerca de 7.400 Zootecnistas atuantes. "Atuamos na cadeia produtiva com olhos para o mercado de crédito de carbono, fair trade, orgânicos, bem-estar animal, inserção mo mercado de energia (biodisel e etanol), biotecnologia e nutrigenômica, atuação estratégica na cadeia de pets e área de serviços e lazer rural", acrescenta Ana Cláudia Ambiel.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Gene de café resistente a seca é tema de reunião na Câmara dos Deputados

O Centro de Estudos e Debates Estratégicos da Câmara dos Deputados, em Brasília-DF, promoveu reunião para discutir utilização do gene de café resistente a seca em culturas, como açúcar, soja, arroz, trigo, feijão e algodão



Na ocasião, o gerente-geral da Embrapa Café, Gabriel Bartholo, fez exposição sobre andamento dos resultados e estudos para adaptação genética de plantas ao semiárido, o que irá auxiliar na convivência do homem com a seca. O presidente do Centro, Inocêncio Oliveira (PR-PE), pediu para incluir verba específica visando a estimular mais rapidez a essa pesquisa. O objetivo é garantir a produção, mesmo durante a estiagem, de produtos essenciais à mesa do brasileiro e para a riqueza do País, por meio da agregação, às suas respectivas plantas, da característica de tolerância à seca.

Sobre a pesquisa - De acordo com Bartholo, foi a partir do projeto que traçou o genoma do café, desenvolvido pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia e pela Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo – Fapesp, que a pesquisa feita pela Empresa em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ identificou o gene (CAHB12), presente no café arábica e altamente tolerante a seca. Em sequência, os pesquisadores transferiram esse gene para outra planta (Arabidopsis thaliana), que foi submetida a um regime de 40 dias sem água e permaneceu saudável. “As ‘testemunhas’, plantas da mesma espécie que não receberam o gene, morreram em 15 dias. Mais do que isso, as sementes ficaram resistentes até a terceira geração”, explica.

O gene do café está sendo testado em casas de vegetação em plantas de interesse agronômico de culturas comerciais como cana de açúcar, soja, arroz, trigo, feijão e algodão. Depois dessa fase, passarão pelo teste de campo. Segundo o gerente geral, as expectativas da pesquisa são promissoras, beneficiando não só o Semiárido, mas também as demais regiões brasileiras a médio e longo prazos. “Estima-se que em cerca de 6 a 8 anos se obtenha cultivares tolerantes a seca. É um trabalho de parcimônia, com a realização de muitas checagens de benefícios/malefícios, inclusive sob o ponto de vista da saúde humana. Espera-se também que não se altere características agronômicas de interesse nas plantas estudadas e que haja tolerância a seca nas gerações seguintes”. Bartholo também enfatizou a importância de não se ter limitação de recursos, o que ameaçaria a continuação do projeto e até a perda dos dados já obtidos.

Além da expectativa de aumento ou manutenção dos níveis de produção econômica e de desenvolvimento social, os pesquisadores envolvidos no estudo acreditam que, com o cultivo de plantas resistentes a seca, será possível reduzir os impactos ambientais provocados pela atividade, uma vez que abre perspectivas de menor consumo de água.

A descoberta da Embrapa e UFRJ, já registrada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial – INPI, agora deverá buscar patente internacional, por meio do Tratado de Cooperação em Matéria de Patentes (PCT), gerido pela Organização Mundial de Propriedade Intectual – OMPI. “Ainda há um longo caminho pela frente para ter domínio da patente. A Embrapa está se empenhando firmemente nisso”, garante o gerente geral da Embrapa Café.

Deputados presentes - Da Câmara dos Deputados, estavam presentes os deputados Inocêncio Oliveira (PR-PE), presidente do Centro de Estudos e Debates Estratégicos, e Luiz Henrique Cascelli de Azevedo, secretário executivo. Compararecem à reunião também os deputados José Linhares (PP-CE), Waldir Maranhão (PP-MA), Paulo César (PSD-RJ), Amauri Teixeira (PT-BA), Leopoldo Meyer (PSB-PR), Francisco Tenório (PNB-AL), José Humberto (PHS-MG), Alexandre Toledo (PSDB-AL), Marcelo Castro (PMDB-PI), Afonso Florence (PT-BA), Raimundo Gomes (PSDB-CE), João Paulo Lima (PT-PE) e Luciana Santos (PCdoB-PE).

De forma geral, os deputados se mostraram interessados em saber se o prazo de 6 a 8 anos na obtenção das cultivares poderia ser diminuído para que a seca tenha seus efeitos minimizados mais rapidamente. Sobre isso, Bartholo esclareceu que esse tempo pode ou não ser encurtado, dependendo das exigências da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança – CNTBio, e dos progressos e time da pesquisa. Ponderou que, do ponto de vista científico, as pesquisas precisam avançar nos testes para que seja comprovado com segurança que as gerações seguintes tenham longevidade e produtividade igual ou superior à original.

Origem do gene resistente a seca – É consequência do trabalho, realizado em parceria por instituições participantes do Consórcio Pesquisa Café e pela Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo – Fapesp, de mapeamento de 200 mil sequências de DNA, dos quais mais de 30 mil genes foram identificados como responsáveis por diversos mecanismos fisiológicos de crescimento e desenvolvimento do cafeeiro. Desse manancial genético, saiu o gene identificado e testado pelos pesquisadores, denominado CAHB12. A decifração do código genético do café, o genoma café, foi pioneirismo brasileiro e colocou o Brasil na vanguarda das pesquisas em café.

Esse banco de dados, o maior do mundo para o grão, está à disposição das 45 instituições que compõem o Consórcio Pesquisa Café, distribuídas em 14 estados brasileiros. As informações estão guardadas pela Rede de Genomas Agronômicos e Ambientais da Fapesp e pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia.

Benefícios do genoma café
- O domínio do código genético tem tornado possível o desenvolvimento de variedades mais produtivas, tolerantes a variações climáticas (como seca e geada) e resistentes ao ataque de pragas e doenças, com reflexos diretos no custo de produção, na proteção ambiental e no incremento de 20 a 30% na produtividade das lavouras, em função do menor uso de defensivos agrícolas. Além disso, os dados gerados pela pesquisa aceleram a obtenção de cultivares de melhor qualidade, aroma, sabor e propriedades nutracêuticas do grão, agregando qualidade ao produto e mais satisfação e saúde para o consumidor.

Consórcio Pesquisa Café - Congrega instituições de pesquisa, ensino e extensão localizadas nas principais regiões produtoras do País. Seu modelo de gestão incentiva a interação das instituições e a otimização de recursos humanos, físicos, financeiros e materiais. Foi criado por dez instituições: Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola - EBDA, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais - Epamig, Instituto Agronômico - IAC, Instituto Agronômico do Paraná - Iapar, Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural - Incaper, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Mapa, Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro - Pesagro-Rio, Universidade Federal de Lavras - Ufla e Universidade Federal de Viçosa - UFV.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

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Temperaturas podem ficar próximas a 0ºC na região Sul do país nesta quarta

Tempo se mantém instável sobre o Nordeste, com possibilidade de temporais no litoral da região



PREVISÃO PARA QUARTA, DIA 8

SUDESTE

A massa de ar polar avança sobre o Sudeste na quarta, dia 8, e diminui ainda mais as temperaturas, mantendo o tempo firme e o céu com poucas nuvens. No norte do Espírito Santo e de Minas Gerais, ventos mais úmidos provocam o aumento da nebulosidade e pancadas fracas e isoladas. Boa parte de São Paulo e o sul de Minas Gerais amanhecem com termômetros abaixo de 10°C. As máximas voltam a ficar inferiores a 25°C na maior parte do Sudeste.

SUL

A quarta começa com o centro da massa de ar polar estabelecido entre Santa Catarina e Paraná. Além de deixar o tempo firme e impedir a formação de nuvens e chuva, a massa mantém as temperaturas baixas e a sensação de frio na região. O dia inicia com termômetros próximos a 0°C nos pontos mais altos dos três Estados, onde pode ocorrer a formação de geada. A presença do sol desde as primeiras horas do dia afasta a sensação de frio, mas as máximas ficam abaixo de 25°C em grande parte da região.

CENTRO-OESTE

Na quarta, a previsão é de mais um dia com pancadas isoladas de chuva concentradas no norte do Centro-Oeste. Na maior parte da região, o tempo segue firme, com pouca nebulosidade e temperaturas baixas. No começo do dia, as temperaturas ficam abaixo de 15°C em grande parte da região. A tarde deve ser agradável na metade sul. Sem previsão de chuvas significativas, o alerta vai para a baixa umidade do ar à tarde, fator que aumenta o risco de queimadas.

NORDESTE

O tempo segue instável em boa parte do Nordeste nesta quarta, com previsão de chuva para a faixa entre os litorais do Maranhão e Sergipe e em pontos entre o sul do Maranhão e o oeste de Pernambuco. Na maior parte dos casos, a chuva deve ser fraca e isolada, embora a condição para temporais seja mais elevada no litoral. As temperaturas seguem sem variações significativas e a previsão é de mais uma tarde de calor em todo o Nordeste.

NORTE

Na quarta, a Zona de Convergência Intertropical volta a provocar chuvas mais generalizadas no litoral do Amapá, mas o destaque continua sendo o Amazonas, onde os volumes acumulados ultrapassam 60 milímetros e as pancadas de chuva ocorrem a qualquer momento do dia. Sobre Acre e Rondônia, predomina o tempo seco e firme, com a baixa umidade do ar e grande potencial para queimadas. Nos dois Estados, o dia começa com temperaturas mais amenas, mas faz calor à tarde, assim como em toda a região.

PREVISÃO PARA OS PRÓXIMOS DIAS

SUDESTE
Na quinta, dia 9, o tempo segue firme, com predomínio de sol e poucas nuvens sobre o Sudeste. Faz frio durante a manhã e as tardes seguem com temperaturas amenas. A umidade relativa do ar deve atingir baixos níveis à tarde, principalmente em São Paulo, fator que provoca uma piora na qualidade do ar e aumenta o risco de queimadas.

Os próximos dias seguem com tempo firme em toda a região Sudeste. Embora as temperaturas continuem baixas no começo do dia, o calor volta a tomar conta da região no período da tarde. Só volta a chover na região a partir de 14 de maio, quando ocorre a chegada de uma nova frente fria.

SUL

Na quinta, embora a região Sul ainda siga sob a influência de uma massa de ar seco e frio, os ventos voltam a soprar do quadrante norte e, aos poucos, os termômetros começam a se recuperar. Ainda assim, o dia começa com sensação de frio em toda a região e potencial para geadas nos pontos mais altos. A presença do sol desde o começo do dia, no entanto, faz com que os termômetros subam rapidamente durante o dia. Os índices de umidade relativa do ar caem ainda mais na região e alguns municípios gaúchos podem entrar em estado de atenção por conta do tempo seco.

Na sexta, dia 10, o tempo segue firme e as temperaturas entram em ligeira elevação. A partir de sábado, a presença de áreas de instabilidade formadas no Paraguai e o posterior avanço de uma frente fria voltam a provocar chuva em toda a região. O destaque será o oeste de Santa Catarina e do Paraná, com chuvas intensas e temporais.

CENTRO-OESTE

Na quinta, áreas de instabilidade que atuam no norte da região se intensificam e o potencial para temporais retorna no norte de Mato Grosso, onde os volumes acumulados de chuva podem passar de 50 milímetros. Nos demais pontos da região, permanece a condição de tempo firme e predomínio de sol, apesar do aumento da nebulosidade. Ainda faz frio durante a madrugada, mas as temperaturas se elevam mais rapidamente durante o dia e o calor volta a cobrir grande parte da região.

Na sexta, segue a condição para pancadas de chuva no norte da região, que devem ser cada vez mais intensas e abrangentes. No sábado, dia 11, áreas de instabilidade formadas no Paraguai voltam a provocar chuva no oeste de Mato Grosso do Sul. Nos próximos dias, a condição de tempo seco continua no nordeste de Mato Grosso do Sul, leste de Mato Grosso e em Goiás e no Distrito Federal.

NORDESTE

A quinta deve ser de chuva na maior parte do Nordeste nesta quinta, com exceção do centro e sul da Bahia, que terão tempo firme. Há potencial para temporais e chuvas mais intensas no litoral do Ceará, de Sergipe, no norte da Bahia e no interior do Maranhão e do Piauí. Com o aumento da nebulosidade em toda a região, a amplitude térmica diminui. A manhã deve ser a abafada e tarde pode registrar temperaturas máximas inferiores às registradas nos últimos dias.

A partir de sexta, as áreas de instabilidades perdem força na região e a chuva volta a ficar concentrada no litoral, enquanto o interior do Nordeste entra em período de tempo mais seco e baixa umidade relativa do ar.

NORTE


Na quinta, a chuva ganha força na metade leste da região e o potencial para transtornos aumenta no litoral do Amapá. Também chove forte, com potencial para temporais, no Pará e em Tocantis. Na metade oeste, a chuva ocorre de forma mais fraca e com curto período de duração. De forma geral, as temperaturas mínimas terão um pequeno decréscimo, enquanto as máximas voltam a subir na região.

Na sexta e no sábado, a condição para chuvas fortes e temporais permanece no litoral do Amapá e no sul do Pará. Nos próximos dias, volta a chover de forma mais constante e generalizada no oeste da região, embora o destaque continue sendo a costa do Amapá. Somente sobre Tocantins e sudeste do Pará, os próximos dias devem apresentar tempo seco e baixa umidade do ar.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Novo sistema de plantio de cana acelera produtividade e reduz custos

Sistema MPB se mostra eficiente e tem atraído produtores


O plantio de cana de açúcar tradicionalmente é feito através da colocação dos colmos em sulcos, mas também pode ser feito com mudas pré-brotadas, ou "MPB", como é chamado o sistema desenvolvido pelos pesquisadores do Instituto Agronômico (IAC). Este novo sistema acelera produtividade e reduz custos, e tem atraído produtores.

O sistema prevê a padronização das mudas e a redução de até 90% do material utilizado. Uma tonelada de mudas consegue cobrir até 300 hectares em 17 meses.

O método permite que o produtor tenha acesso mais rápido a outras variedades. Nas condições ideais, enquanto as lavouras exploradas comercialmente chegam a 160 toneladas em 13 meses, as lavouras que utilizam o sistema MPB podem ter potencial de produção de 320 toneladas por hectare dentro do mesmo período.

A novidade chamou a atenção do produtor Paulo Rodrigues, dono de uma propriedade em Jabuticabal (SP). Após fazer testes em alguns experimentos, já notou diferença. No plantio convencional, é possível observar a variação de tamanhos e de espaços entre o que brotou. Já no método MPB, as mudas apresentam uniformidade e quase o mesmo tamanho da convencional que foi plantada trinta dias antes.

Como as mudas pré-brotadas são manipuladas em laboratório, o produtor tem a certeza de que o material plantado está livre de pragas e doenças. O próximo passo de Paulo é repetir o processo e aumentar de dois para 20 hectares plantados com as mudas do novo sistema.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

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Produtores gaúchos apostam na pastagem de alfafa para garantir lucro com gado leiteiro

Para criadores, forrageira é sinônimo de produtividade leiteira, proteína e rendimento

 

 

Tradicionalmente utilizada na produção de feno para alimentação de cavalos, a alfafa tem despertado a atenção dos produtores da Serra Gaúcha, interessados em diminuir o custo de produção e aumentar a produtividade do rebanho leiteiro. Outra vantagem, é que a forrageira perene garante alimento de qualidade o ano inteiro.

– Ela supre um vazio forrageiro na época em que nós não temos pastagens: outono e primavera – explica o agrônomo da Emater/RS-Ascar de Cotiporã, Valfredo Reali.

O agricultor Lírio Dalmás, do município de Cotiporã, vem aumentando a área cultivada com alfafa ao longo dos anos e reduzindo o uso de concentrados, que oneram a atividade. O primo, Mauro Dalmás, seguiu pelo mesmo caminho. Em 2011, implantou dois hectares da forrageira, divididos em 20 piquetes para pastoreio. A variedade utilizada é a crioula, que está pronta para o pastejo ou corte a cada 40 dias, em média.

– O momento adequado para o pastejo é antes de a cultura começar a florescer, quando tem o maior rendimento, e que tenha sobra de uns 10 centímetos para ela ter um maior rebrote – explica Mauro.

Para garantir que a produção não seja afetada em caso de estiagem, o agricultor utiliza a irrigação.

– Como a minha propriedade é pequena, eu tenho que buscar o máximo por área, e com a alfafa eu vi que cada vaca teve um incremento de quatro litros por dia, então, sem alfafa eu não teria como me sustentar mais, me tornaria inviável – confessa Mauro.

Com 20 animais em lactação, o acréscimo na produção leiteira chega a 80 litros por dia, uma diferença considerável. O aumento se deve ao alto valor nutritivo da alfafa, que faz com que seja conhecida como a “rainha das forrageiras”.

– Nós precisamos cada vez mais de pastagens boas e a alfafa se destaca nesse ponto. As análises indicam que ela tem 25% de proteína, e o produtor consegue chegar a uma alta produtividade. Então vejo esta forrageira, hoje, como muito importante na sustentabilidade da produção de leite – declara o técnico da Cooperativa Santa Clara, Claudir Vibrantz.

Bem manejado, um plantio pode durar cinco anos ou mais. A forrageira também pode ser utilizada na forma de feno ou ser cortada e fornecida aos animais no cocho. O produtor Rogério Zanella, que tem 23 animais em lactação, optou pelo corte.

– Por ela dar mais rendimento e pelas vacas comerem melhor, porque largando no pasto elas pisoteiam bastante, estercam, e assim eu calculo que rende mais – afirma o agricultor. Após cada corte, ele utiliza adubação química, esterco líquido e cama de aviário.

Para Zanella, a forrageira é sinônimo de produtividade leiteira, proteína e rendimento. Conforme o agricultor, poucas pastagens apresentam o rendimento da alfafa, entre aproximadamente 1 quilo e 1,5 quilos por metro quadrado por corte, em torno de 10 a 15 toneladas de massa verde por hectare.

– Com a alfafa, nós conseguimos hoje diminuir o consumo de concentrado, ter um aumento na produção de leite, reduzir o custo e melhorar a saúde ruminal do rebanho – conclui Vibrantz.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Veterinária - Preços Especiais

Boa tarde!

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Tônico reconstituinte e estimulante indicado em animais mesmo quando não for identificada a causa primária específica. Fraqueza, fadiga, estresse, abatimento, anemia, desnutrição, convalescença de enfermidades infecciosas e parasitárias. Também pode ser usado
como tônico reconstituinte e estimulante durante os períodos de gestação e lactação. Para aumentar o tônus muscular e estimular o sistema circulatório, notadamente após manejo dos eqüinos, vacinações, tratamentos, etc. Na época de cobertura, como fortificante.

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Calendário de vacinação contra aftosa é alterado em cinco estados brasileiros

A vacinação do rebanho bovino contra a febre aftosa, prevista para iniciar em maio, foi adiada nos estados do Rio Grande do Norte, Sergipe e Alagoas, além de parte dos municípios de Minas Gerais e Pernambuco


Por meio de nota técnica, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informou que a imunização dos animais foi adiada para junho no Rio Grande do Norte e nos municípios do Agreste e Sertão de Pernambuco . Em Sergipe e Alagoas a campanha de vacinação será realizada em julho. Já em 112 municípios de Minas Gerais (nas coordenadorias regionais de Amenara, Janauba e Montes Claros) o prazo foi prorrogado para 30 de junho.

Apesar não haver alterações no calendário da Bahia, 261 municípios do estado que decretaram situação de emergência serão acompanhados. Caso necessário, poderá ser adotada uma nova estratégia com tratamento diferenciado aos produtores que comprovarem não ter condições de vacinar seus animais. "A flexibilização nessas localidades é justificada pela falta de chuvas, que tem comprometido o abastecimento de água e até mesmo a alimentação dos rebanhos", explica o diretor do Departamento de Saúde Animal do Mapa, Guilherme Marques.

No restante do país, a programação segue inalterada. Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Tocantins e Distrito Federal começam em maio a vacinação de todo o rebanho de bovinos e bubalinos, sendo que Amazonas e Pará iniciaram em março o processo de imunização. Já nos estados do Acre, Espírito Santo, Paraná, Rondônia (onde a campanha começou em abril) e São Paulo serão vacinados os animais com idade abaixo de 24 meses.

A expectativa do Ministério da Agricultura é que 166 milhões de cabeças sejam vacinadas nesta primeira etapa. De acordo com o secretário de Defesa Agropecuária, Ênio Marques, o sucesso da campanha depende também da participação ativa dos produtores. "Estamos próximos de reconhecer o Brasil como livre de aftosa com vacinação, mas para isso é necessário que os produtores também colaborem, vacinando corretamente o gado e mobilizando os vizinhos para a campanha".