sexta-feira, 23 de junho de 2017

Formas de comunicação dos cavalos: animais muito sensitivos

Os cavalos mostram três linguagens corporais distintas: o movimento de repressão, o empurrão e a apresentação da traseira. No movimento de repressão, utilizado por animais corajosos e dominadores, o cavalo coloca o corpo na frente do outro animal, impedindo-o de avançar. O empurrão com o ombro é a forma mais violenta de dominação e a apresentação da traseira ocorre quando o cavalo demonstra que vai escoicear. Um corpo flexível, cheio de movimentos, que simplesmente explora todas as suas possibilidades, demonstra muita alegria. Isso ocorre quando os animais estão encocheirados ou soltos.

O cavalo se comunica usando oito sons principais. O mais conhecido é o relincho, que é um som longo, alto e agudo, usado para chamar a atenção sobre algo ou de alguém. O resfôlego é um som que se origina através da saída bruta de ar pelas narinas, que trepidam. É uma forma de limpar as vias respiratórias, aumentando a oxigenação. É o som que traz consigo curiosidade e medo ao mesmo tempo, quando vê algo novo. Muitas vezes é usado para alertar os outros animais da novidade. O guincho é um som emitido com a boca fechada, sendo baixo e frequente em encontros não muito “românticos” entre éguas e garanhões. É dado em sinal de defesa, do tipo “cai fora”.

O ronco, um som grave, curto e descontínuo, pode ser de cumprimento, namoro ou maternal. Quase sempre está ligado ao reconhecimento, a um sinal leve de excitação, ou porque viu um cavalo amigo, uma pessoa querida, um alimento, uma égua ou o filho (potro). O ronco de namoro é o mais excitante, pois é acompanhado do bater dos cascos e o movimento da cabeça, pescoço e cauda. Muitos cavalos reagem dessa forma na aproximação de seus donos. O urgido é um som agudo, comum entre os cavalos selvagens e ocorre em estados emocionais intensos. Semelhante ao resfôlego, mas sem trepidação, o sopro é um som mais suave e com uma mensagem menos tensa, significando apenas um “Hum! O que é isso?!”. E ainda temos o suspiro, com a saída longa de ar pelas narinas, onde o animal demonstra um certo tédio, mal estar digestivo ou até mesmo angústia.

Um dos sinais de comunicação mais utilizados e mais fácil de ser observado é o transmitido pelas orelhas. Elas mostram sempre aonde está direcionada a atenção do cavalo. Conforme a posição das orelhas, o cavalo mostra o seu ânimo e a sua atenção. Por exemplo: inclinação aguda para frente indica tensão, curiosidade ou boa intenção; caídas para o lado significam aborrecimento ou cansaço; abaixadas e voltadas para trás indicam animosidade ou agressão.
Os cavalos também usam combinações dessas posições, além de posições intermediárias que, por enquanto, só eles mesmo entendem o significado. Entretanto, sabemos que orelhas em pé e voltadas para trás denotam a presença de um dominador, que geralmente é o treinador ou o cavaleiro e indicam submissão, obediência, um indício de que a voz de comando foi utilizada para o adestramento como uma “ajuda”.

A cabeça mostra, através de movimentos pendulares, que existe alguma insatisfação, uma vontade de sair da situação em que está. Quando montados, demonstra desagrado com a embocadura ou com o exercício imposto. Mas, muitas vezes, o movimento com a cabeça serve apenas para aumentar o campo de visão do animal ou para chamar a atenção de alguém. A investida ou empurrão com a cabeça é também uma forma de atrair a atenção ou talvez a demonstração de não gostar de alguma coisa que está vendo ou sentindo.

As pernas não servem somente para dar movimento e estrutura, também possuem a sua linguagem. Escavar o chão com as patas mostra o desejo de achar algum alimento ou de estar pedindo-o ao seu dono. Serve também de reconhecimento e como desejo claro de continuar com algum movimento, mostrando algum tipo de frustração. Levantar a pata dianteira é ameaça, pois dá início ao coice frontal, enquanto que levantar a perna traseira é um ato defensivo, anterior ao coice. O coice é uma forma de proteção, agressão, dominância e força, enquanto bater e pisar são maneiras como o cavalo demonstra que é o chefe, é uma forma de protesto.

A face do animal também transmite sinais, através da boca, dos olhos e das narinas. O ato de abocanhar, onde o animal puxa o canto da boca, abrindo-a e fechando-a como se fosse morder, mostra o lado brincalhão, querendo dizer “olha, eu estou aqui e sei ser simpático!”. Quando os cavalos possuem o hábito de mordiscar uns aos outros (pêlo e crina), pode ser a representação de cordialidade entre eles, a maneira que encontraram de demonstrar “amizade”. Abrir os lábios e não morder, também é uma brincadeira, mas a mordida é uma forma de defesa. A boca contraída mostra angústia e dor, enquanto os lábios caídos mostram relaxamento.

Os olhos demonstram medo, excitação, curiosidade, dor e interesse, assim como as narinas podem dilatar em estado de excitação, esforço ou emoção intensa. Prestando atenção no comportamento de pastejo do cavalo, veremos que, praticamente, não se modifica quando anoitece, o que revela uma capacidade de visão noturna relativamente boa.

Os cavalos utilizam-se de vários recursos para se comunicarem através de seus próprios corpos ou com a emissão de sons, cabendo a nós conhecer e observar esses sinais de comunicação para que se possa chegar ao convívio mais completo. O cavalo faz sua parte de maneira natural e espontânea, expressando o que sente, avisando com antecedência do que gosta e do que não gosta, deixando clara sua posição de submissão e obediência, da mesma forma que alerta sobre sua postura de líder em determinadas situações. Será que estamos atentos a isso e correspondendo com a mesma franqueza aos sinais de comunicação. Bom, se ficou alguma dúvida no ar, chame seu cavalo e tenha uma longa conversa com ele!


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Fontes: 
https://www.comprerural.com/formas-de-expressao-e-sinais-da-comunicacao-dos-cavalos-eles-sao-muito-sensitivos/

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Conheça o Zebralo: cruzamento de zebra com cavalo

Zebra + Cavalo = Zebralo
Sim, esse cruzamento teremos o Zebralo!!!

O zebralo, por exemplo, é uma espécie híbrida, resultado do cruzamento entre uma égua e um macho de zebra. Como todos os híbridos, esse animal é estéril, ou seja, não é capaz de se reproduzir e gerar descendentes.

Sua aparência aproxima-se mais do cavalo, mas é possível distingui-los pelas listras presentes nas pernas e algumas vezes na parte de trás do pescoço e flancos. Geneticamente, cada qual guarda suas peculiaridades, os cavalos têm 64 cromossomos, ao passo que as zebras apresentam, dependendo da subespécie, 32, 44 ou 46 cromossomos.

Essa mistura gerou um animal de temperamento forte e muitas vezes agressivo. Não é comum encontrar um zebralo na natureza, por isso ele é considerado uma raridade entre aqueles que gostam de possuir e exibir animais exóticos.

O cruzamento entre essas duas espécies foi fruto de uma experiência conduzida pelo professor de História Natural Cossar Ewart, em Edimburgo. O experimento tinha como objetivo investigar a teoria da telegonia, que trata da transmissão de genes de geração para geração.

De acordo com pesquisadores, 10% das espécies animais podem cruzar com outras espécies. A fusão pode acontecer naturalmente ou através da manipulação humana, com fins científicos.

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Fontes: 
https://www.comprerural.com/cruzamento-entre-uma-egua-e-jumento-temos-a-mula-e-possivel-cruzar-uma-zebra-com-um-cavalo/
http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/o-curioso-zebralo.html

segunda-feira, 12 de junho de 2017

JERSEY X HOLANDESAS: Há diferença na qualidade do leite destas vacas?

A produção leiteira enfrenta muitos problemas em sua cadeia produtiva. Um destes problemas é a escolha da raça que melhor se adapte ao manejo e principalmente as condições da propriedade. A genética de bovinos leiteiros tem sido frequentemente foco de discussão, indicando a possibilidade de diferenças produtivas importantes e a necessidade de considerar as peculiaridades de cada sistema de produção e as características dos animais nele inseridos. A produção de leite tem sido baseada principalmente em raças leiteiras especializadas, com predominância das raças Holandesa e Jersey. A composição e quantidade de leite produzido podem ser influenciadas por vários fatores como a raça do animal, o estágio de lactação, a alimentação, a época do ano, a idade dos animais e o número de lactações.

O estudo objetivou comparar a qualidade do leite das raças Jersey e Holandesa nas diferentes estações do ano, mantidas em mesmo regime de tratamento, bem como avaliar a qualidade do leite por estação do ano que se enquadram nos padrões de qualidade atual (IN 62).

Material e Métodos
O estudo foi realizado no Instituto de Desenvolvimento Rural, localizado no município de Augusto Pestana/RS, (Brasil). Os dados foram coletados de março de 2012 a fevereiro de 2014. A alimentação dos animais no período de inverno era a base de pastagem cultivada de aveia e azevém, no verão pastagem de tifton com suplementação com silagem de milho e pré-secado de aveia e azevém, em épocas de vazio forrageiro recebiam feno de tifton e silagem de milho no canzil, também era ofertada sempre após a ordenha ração, conforme a produção em canzil individual.

As amostras individuais da raça Jersey e da raça Holandesa foram coletadas após a ordenha de cada animal, mensalmente. O leite foi transferido diretamente do medidor para frascos de coleta com capacidade para 60 mL de leite, contendo conservante “pronopol”. As amostras eram enviadas ao Laboratório do Leite da UNIVATES de Lajeado/RS, para análise de composição, contagem de células somáticas.

Resultados e Discussão
Os parâmetros de qualidade são cada vez mais utilizados para detecção de falhas nas práticas de manejo, servindo como referência na valorização da matéria-prima. A raça pode influenciar os teores de proteína e gordura no leite, o que pode ser benéfico para o produtor, dependendo da remuneração daqueles componentes pelo laticínio.

Na comparação da qualidade do leite entre as raças neste trabalho, apenas para a gordura no período de inverno não houve diferença entre as raças. Em todos os outros parâmetros descritos na tabela abaixo houve diferença significativa entre as raças dentro das estações do ano.

A raça Jersey é originária de uma pequena ilha, entre a Inglaterra e a França, denominada “Ilha de Jersey”. O leite Jersey contém a maior quantidade de sólidos não gordurosos e gordura, quando comparado com produzido por outras raças leiteiras sendo que quanto mais componentes, mais saboroso e nutritivo é o leite. Por transformar de forma eficiente, as rações e a forragem em produção de leite, o gado Jersey apresenta bom desempenho em instalações comerciais e em programas de pastoreio, requerendo menos área de pasto por vaca. À medida que se aumenta o índice de pastoreio, também aumenta o lucro por hectare.

A raça Holandesa é originária da Holanda setentrional e da Frísia, sendo a principal raça para a produção de leite bovino a nível mundial e amplamente criada em todas as regiões produtoras do sul do Brasil. Embora a raça seja corretamente associada com a produção de leite com os mais baixos teores de gordura e de proteína é importante ressaltar que o mais importante para a indústria são volumes de componentes, e não seus percentuais.

O leite é constituído por 87% de água e elementos sólidos, como lipídios, proteínas, lactose, vitaminas e minerais, 3,9%; 3,4%; 4,8%; 0,8%, respectivamente. Esses elementos são os responsáveis pelo valor nutritivo e pelas propriedades como sabor e cor característica do leite. Todos os teores de qualidade do leite são regidos pela Instrução Normativa 62 (IN 62) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, onde ela diz que para os parâmetros para gordura, proteína e sólidos desengordurados são de 3; 2,9 e 8,4% respectivamente, sendo que para contagem de células somáticas o Rio Grande do Sul no deve ser inferior a 600 mil céls/mL.

A raça Jersey apresentou, nesta pesquisa, valores de médias de contagem de células somáticas, gordura e proteína de acordo com os exigidos pela IN62 nas estações de outono, inverno e primavera. Estando em desacordo com o exigido pela IN62 somente no verão. Já a raça Holandesa obteve médias no outono e inverno de acordo com as exigidas pela IN62; estando as estações de primavera e inverno fora dos valores exigidos pela IN62. Desta forma, torna-se mais difícil para criadores com animais da raça holandesa atenderam a IN62 se não conseguirem manter a sanidade e nutrição do rebanho em índices adequados durante o ano.

Conclusão
Animais da raça holandesa apresentaram qualidade do leite inferior aos animais da raça Jersey ao comparamos a gordura, proteína e contagem de células somáticas pelos parâmetros da Instrução Normativa 62.

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Fontes: 
https://www.comprerural.com/estudo-comprova-diferencas-na-qualidade-do-leite-das-vacas-jersey-e-holandesas-veja-qual-e-melhor/

https://www.revistas.unijui.edu.br

Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – Unijuí

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Quem nunca usou Dectomax?

Dectomax é um endectocida completo, atuando contra endo e ectoparasitas, incluindo bernes e bicheiras e que há mais de 20 anos no mercado brasileiro, passa de geração para geração nas fazendas do Brasil. 

 Já são mais de 1,7 bilhão de doses aplicadas ao longo desses anos e uma coleção de histórias de sucesso. Dectomax, construiu sua história baseada em diversos testes e estudos que nos permitem afirmar com muita segurança que pode-se confiar no resultado do produto. Por isso a nova campanha da Zoetis afirma: “Quem nunca usou Dectomax, que aplique a primeira dose”. 

Este produto, que pode ser usado inclusive por recém-nascidos, vacas prenhes e animais em reprodução, é uma das principais armas no controle dos parasitos. Completo e eficaz, Dectomax combate endo e ectoparasitos, apresenta ampla margem de segurança, é bem tolerado e fácil de aplicar. 

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Fonte: https://www.zoetis.com.br/produtos-e-servicos/bovinos/dectomax/quem-nunca.aspx

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Entenda o que seu Pet quer falar com você

Seu amigo está todo momento falando com você, tentando te dizer quando está doente, triste, carente, sozinho, feliz, agradecido e quando está precisando de ajuda. Talvez é você que não esteja o escutando da forma certa. 


Confira abaixo 7 dicas importantes que preparamos para você melhorar a comunicação e entender o que determinados comportamentos do seu cãozinho querem te dizer.






1) “Estou com dor ou doente”: mudança no apetite e fezes, redução do consumo de água e atividades;
2) “Estou com medo”: animais normalmente respondem com agressividade quando sentem medo;
3) “Preciso de ajuda para perder peso”: costelas difíceis de sentir e peso acima do padrão;
4) “Preciso ser mais ativo”: tédio, sapatos roídos e uma série de problemas comportamentais;
5) “Preciso de amigos”: insegurança quando encontra com outros cães;
6) “Não quis ser desobediente”: comportamentos indesejados. O treinamento deve durar toda a vida;
7) “Quero carinho”: quando ele se apoia em você, pede um cafuné com a pata ou tenta chamar sua atenção.

Mas existem outros sinais dos cães que querem dizer diferentes coisas. Segundo Sophie Collins, no livro Cachorros Falam – Entenda a Linguagem Corporal dos Cães, os sinais dos bichinhos são entendidos e interpretados por especialistas há anos, mas os donos sabem muito pouco sobre isso. Eles também latem de formas diferentes dependendo do que estão sentindo. Os latidos variam em volume, tonalidade (grave ou agudo), duração, número de repetições e frequência. 

Entenda abaixo formas de interpretar os sinais que seu bicho passa para você:

  • Latidos → Quando um cachorro quer alguma coisa do dono, como comer, passear, brincar, chamar atenção, ele geralmente late com intervalos um pouco longos (de mais ou menos 10 segundos). As orelhas também dão sinais importantes sobre o humor do bicho. Se ele latir em intervalos curtinhos e com as orelhas para trás, ele está alarmado. Seja porque ouviu um barulho estranho, sentiu o cheiro de um animal, enfim, ele não está confortável (e você deveria olhar em volta também, afinal o olfato e audição deles são bem melhores do que os nossos). Se ele quiser algo de você, e você estiver longe ou sem prestar atenção nele, o bicho pode passar de latidos com intervalos longos para latidos agudos e uivadas pequenas, não de dor, mas para chamar atenção. E, acredite, ele não costuma parar até ser atendido.
  • Rosnados → Nem sempre quando um cachorro rosna, ele está agressivo ou bravo. Geralmente rosnados significam alertas. Se os dentinhos estão escondidos, ele está ficando irritado e perdendo a paciência. Nem sempre quando um cachorro rosna, ele está agressivo ou bravo. Geralmente rosnados significam alertas. Se os dentinhos estão escondidos, ele está ficando irritado e perdendo a paciência. Mas se os dentes estiverem aparentes e se ele olhar fixamente para você, está no limite da paciência e vai atacar (muitas vezes o ataque, caso ele não esteja se sentindo ameaçado, não é morder, mas pular para cima da pessoa e latir perto dela). Rosnado com chorinho significa que ele está se sentindo ameaçado e inseguro, que já apanhou, sabe que vai apanhar em breve, ou que vai ser atacado pelo dono ou por outro cachorro.
  • Outros sons → Uivos geralmente significam reclamações, pode ser carência, resmungo, queixa. Seja de dor, de abandono, de preocupação. Sim, os bichinhos também se preocupam, especialmente quando seus donos não estão por perto. Mas uivos longos e altos costumam ser usados para se comunicar com outros cachorros, e até com cadelas no cio. Ganidos (gemidas) são como os gritos humanos, de dor, susto ou medo. Suspiros, diferente das pessoas, não costumam ser de tristeza ou depressão, mas de prazer ao deitar e relaxar quando estão cansados.
  • Lambidas → Os beijinhos dos cachorros têm significados múltiplos. Diferente dos gatos, os cachorros não usam a língua para se limpar, então se um cãozinho está lambendo as patas freneticamente, ele pode estar estressado ou tenso. Já quando ele dá os famosos beijinhos e tenta acertar sua boca, além dele estar louco para demonstrar afeto, é um sinal de apaziguamento e submissão, já que ele não sente nem um tipo de perigo ficando vulnerável tão perto de seu rosto.
  • Cauda → O rabinho abanando nem sempre quer dizer que ele está feliz e contente. Quando o balanço do rabo mexe a bundinha junto, aí sim, ele não cabe em si de felicidade. Cauda empinada e balançando devagarinho costuma querer dizer que ele está interessado, seja em você, nas suas mãos (à procura de comida ou presentinhos, como biscoitinhos) ou no que você está carregando. Cauda entre as pernas é sinal de muito medo, submissão ou quando ele comeu seu sapato e sabe que você descobriu e vai brigar com ele. 
  • Outras demonstrações físicas →  Um sinal de que seu bichinho fica totalmente à vontade com você ou em casa é quando ele fica de barriga para cima, especialmente se ele dorme assim. Mas, se ele deita como um tapetinho, com a barriga para o chão e patinhas espalhadas, ele está com calor, talvez seja uma boa hora para checar se ele tem água. Cutucar com o focinho costuma ser para chamar atenção, para passear ou ganhar carinho. Morder o calcanhar ou as mãos geralmente são brincadeiras, quer te levar a algum lugar ou não quer que você vá embora. Mordiscar é tipo fazer carinho na linguagem canina. Já que eles não têm mãos, eles mordiscam e roçam o corpo contra o nosso, deitando ou sentando no colo. Sabe quando o cachorrinho monta na sua perna e deixa todo mundo meio desconfortável e constrangido? Calma, ele não necessariamente quer expressar um desejo sexual. Se ele não estiver no cio, geralmente é um sinal de liderança. Ele quer dizer que ele manda ali. É Legal prestar atenção também se seu bicho fica com a bundinha levantada, frente abaixada e cabeça baixa, ele quer brincar, não te atacar. 

DICA IMPORTANTE: se você quer punir seu cachorro, seja porque ele fez xixi no lugar errado ou comeu algo que não devia, não use as mãos nem outro objeto duro, use jornal. Enrole um jornal num rolo e bata nele poucas vezes e sem força. Por ser papel, não dói. Mas o barulho assusta e ele aprende a lição sem ter que passar pelo trauma da dor, que pode mexer psicologicamente com o bichinho.

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Fonte: http://portaldodog.com.br/cachorros/listas/7-coisas-que-o-seu-cachorro-esta-querendo-te-dizer/
https://www.obaoba.com.br/variedades/noticia/saiba-como-entender-os-sinais-do-seu-cachorro

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Agronegócio é único setor com saldo positivo

Agro ocupou o segundo lugar em abril, ao empregar 14.648 trabalhadores celetistas, contabilizando alta de 0,95% na comparação entre empregados versus desempregados.

A agropecuária é o único setor da economia brasileira, entre os oito pesquisados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), com saldo positivo na ocupação de postos de trabalho com carteira assinada, nos últimos 12 meses: 0,59% no acumulado de abril de 2016 a igual mês deste ano.

Esse desempenho foi favorecido, especialmente, pelo resultado de abril, quando o agro ocupou o segundo lugar, ao empregar 14.648 trabalhadores celetistas, contabilizando alta de 0,95% na comparação entre empregados versus desempregados. Ficou atrás somente do setor de serviços, que alcançou a marca de 24.712 empregos (+0,15%).

O resultado da agropecuária também é o melhor desde 2014, quando o saldo de abril ficou positivo em 20.859 vagas celetistas. Outros números também mostram o bom desempenho desse importante setor da economia brasileira.

No ano de 2017, acumula um saldo positivo de 29.131 vagas com carteira assinada, alta de 1,9% em comparação a igual período do quadrimestre do ano passado. Nos últimos 12 meses, contabiliza também um desempenho de 8.992 empregos celetistas (+0,59%). Nesse último comparativo, o agro é o único que alcançou resultado positivo, entre os oito setores pesquisados pelo Caged.

É importante destacar que, entre janeiro e abril de 2017, em comparação a igual período do ano passado, a agropecuária acumula um aumento de 1,90%, ficando atrás somente da administração pública (1,91%) e à frente de serviços industriais de utilidade pública (0,49%), indústria de transformação (0,45%) e serviços (0,33%).

Esses cinco setores, dentre oito pesquisados todos os meses pelo Caged/MTPS, são os únicos com saldo positivo neste ano, na porcentagem que confronta empregados versus desempregados.

OPINIÃO

Para o vice-presidente da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA) Hélio Sirimarco, com o crescimento do agronegócio, nos últimos anos, há maior demanda por mão-de-obra no campo.

“Foram 14.648 vagas em um período de colheita de uma safra de verão recorde e de plantio das safras de inverno. Além disso, a Operação Carne Fraca, deflagrada no dia 17 de março pela Polícia Federal, não causou impactos na geração de empregos na zona rural”, salienta Sirimarco.

De acordo com o vice-presidente da SNA, “é importante lembrar que o setor agropecuário foi responsável pelo crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) do primeiro trimestre de 2017, segundo dados do Bacen (Banco Central do Brasil”.

Ele ainda destaca, como fator determinante para a geração de empregos no campo, os estudos feitos pelo United States Department of Agriculture (USDA) – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, em português – comprovam que o Brasil é um dos países em que a produtividade mais cresce.

“De 2006 a 2010, conforme o USDA, o rendimento do agro cresceu 4,28% ao ano, no Brasil. Na sequência, aparecem China (3,25%), Chile (3,08%), Japão (2,86%), Argentina (2,7%), Indonésia (2,62%), Estados Unidos (1,93%) e México (1,46%)”, exemplifica Sirimarco. Veja dados completos em http://sna.agr.br/?p=49009.

Na opinião dele, “se um setor se apresenta como mais produtivo é natural que a geração de novos empregos siga essa linha de crescimento”. “E mais uma vez é a prova de que o agronegócio tem sustentado, há um bom tempo, a economia brasileira.”

Por equipe SNA/RJ

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Fonte: https://www.comprerural.com/emprego-agronegocio-e-unico-setor-com-saldo-positivo/

segunda-feira, 22 de maio de 2017

É no inverno que o boi sanfona

Sabe o que é o efeito boi sanfona? São aqueles animais que engordam nas chuvas e emagrecem na seca, e isto acontece no inverno. É neste período que o produtor deve trabalhar para evitá-lo e o planejamento é a palavra-chave para que o pecuarista consiga minimizar o impacto da sazonalidade de chuvas.

Na seca, principalmente em fazendas onde não há forragem específica para o inverno, o gado costuma se alimentar dos brotos de pasto, prejudicando o desempenho tanto dos animais quanto da própria pastagem. Com uma estimativa do rebanho e da capacidade de produção de forragem dos pastos, é possível, por exemplo, separar um pasto na época de chuvas para que o gado possa se alimentar dele na seca. É um método barato, mas exige do produtor um mínimo de planejamento para que o pasto fechado não faça falta antes e que o capim seja suficiente para alimentar o rebanho na ausência das chuvas.

Se isso não for possível, e para não precisar comprar alimento produzido fora da propriedade, o pecuarista pode plantar cana, fazer silagem ou feno na própria fazenda. Esse procedimento também deve ser planejado com antecedência para que o alimento esteja pronto na época e na quantidade certa.

O produtor precisa saber quantos animais alimentará na seca, qual seu peso aproximado para essa época e por quanto tempo deverá ficar sem chuvas, lembrando que cada UA (unidade animal, 450 kg de peso vivo) come cerca de 10,00 kg de matéria seca por dia. Com esses dados, o pecuarista poderá avaliar se é melhor reduzir o rebanho ou optar por uma das alternativas para produzir alimento.

Centro-Oeste

No Centro-Oeste a integração lavoura pecuária é, sem dúvida, uma alternativa bastante interessante. A técnica é de fácil aplicação e gera resultados importantes na produção de alimentos para o período de seca. Mesmo não sendo uma atividade de escolha do pecuarista, é possível trabalhar com parcerias, que se mostram um bom caminho de solução, possibilitando, além de alimento com alta qualidade na seca, um retorno financeiro e a recuperação da fertilidade da terra.

O confinamento também pode ser usado como uma boa ferramenta para se ter comida no período da seca, com a produção de silagem de milho no período das águas. O pecuarista que utiliza a reserva de feno em pé é o perfil ideal para o confinamento estratégico, pois no confinamento estariam animais em terminação em período de entressafra. O confinamento possibilita melhor distribuição da renda, garantindo a entrada de dinheiro em período que normalmente não entra.

Vedação escalonada de pastagens

Outra técnica para se preparar para a seca é realizar a vedação de parte das pastagens no início de fevereiro, permitindo que o alimento cresça até a época das secas, deixando uma reserva para o gado se alimentar quando os pastos estiverem fracos. A vedação realizada nos meses de fevereiro e março garante que o volumoso seja o mais nutritivo possível durante os meses de seca. A técnica do feno-em-pé consiste em deixar o capim alto desidratar naturalmente no campo. O pasto é vedado em duas ocasiões para evitar que chegue muito fibroso com baixa qualidade nutricional em julho. O escalonamento – uma vedação em fevereiro e outra em março – permite que se combine quantidade e qualidade do volumoso, garantindo pelo menos a manutenção dos animais na seca.

Antes da vedação, é preciso fazer um pastejo pesado na área separada. O fechamento da pastagem deve ser feito com solo úmido e adubado com ureia (100,00 kg/ha). O terço fechado em fevereiro deverá ser aberto em maio e pastejado por 75 dias até o final de julho. Os dois terços restantes deverão ficar também por 75 dias, a partir do fim de julho, até o fim das secas. Para essa técnica, deve-se usar braquiária decumbens, xaraés, marandu, piatã e tifton. Já os capins mombaça, tanzânia e andropogon devem ser evitados porque formam muito talos, que não são comidos pelo gado.

Pastejamento em excesso

Sem um planejamento, a propriedade acaba sofrendo durante todo o ano porque assim que as chuva
s recomeçam surge o problema de pastejamento em excesso. Com fome, o gado come o capim assim que ele nasce, logo nos primeiros brotos. O capim enfraquece e o gado deixa de aproveitar todos os nutrientes que ele poderia oferecer. Fraco, o capim demora para nascer novamente e perde espaço para ervas daninhas e para a degradação do solo.

Com planejamento, o produtor mantém o valor nutritivo do pasto durante as chuvas, o gado aproveita o pasto sem degradá-lo e, na próxima estação da seca, consegue-se evitar o efeito boi-sanfona na propriedade, evitando perdas econômicas.

Fonte: Portal do Dia de Campo, por Renato dos Santos

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Fonte: https://www.comprerural.com/e-no-inverno-que-o-boi-sanfona-veja-como-planejar-a-alimentacao-do-gado-para-a-epoca-seca-do-ano/